sexta-feira, 11 de junho de 2010

A Estrutura Básica do DNA


Embora o DNA seja sabido como " a molécula do heredity", os macromolecules do DNA não são encontrados geralmente na natureza como moléculas completamente únicas mas como os pares de moléculas complementares ligaram junto para dar forma a uma hélice dobro.

O DNA é um dobro straned a hélice com costas do anti-parralel. Duas moléculas complementares do DNA são mantidas junto pelo 4-ligam o arranjo. Interessante com DNA, uma ou outra costa contem toda a informação essencial para o replication do DNA. O estado encalhado dobro é realmente "um estado descansando". Durante o relication e a transcrição do DNA, as regiões do DNA podem existir como únicos formulários encalhados.
O DNA tem a estrutura secundária significativa. Cada hélice dobro do DNA consiste em correntes quimicamente ligadas dos nucleotides. Cada nucleotide no DNA consiste em um açúcar, um grupo do phosphate, e um nucleobase (ou base). Porque o DNA é composto de subunits múltiplos do nucleotide, o DNA é também um polímero dos nucleotides. As unidades do açúcar dão forma à peça da espinha dorsal externa polar hydrophillic do açúcar-sugar-phosphate. Os nucleotides dão forma a um núcleo hydrophobic das bases: Adenina ou A, Thymine ou T, guanine ou G, cytosine ou C.
                                                                                    www.molecularstation.com/pt/dna/dna-structure

domingo, 30 de maio de 2010

atividades de citologia e organelas.

1- Entre as estruturas intracelulares enumeradas abaixo, marque a única que não é organelas citoplasmática:
 a) retículo endoplasmático;
b) complexo golgiense
c) nucléolo.
d) lisossomo.
e) mitocôndria.

2- Uma célula procarionte se diferencia de uma célula eucarionte pela ausência de:
a) DNA
b) Carioteca
c) Citoplasma
d) Membrana Plasmática
e) Ribossomos

3- Uma das hipóteses mais aceitas para explicar a origem das mitocôndrias sugere que estas organelas se originaram de bactérias aeróbicas primitivas, que estabeleceram uma relação de simbiose com uma célula eucarionte anaeróbica primitiva.
a) Dê uma característica comum a bactérias e mitocôndrias que apoie a hipótese acima.
b) Qual seria a vantagem dessa simbiose para a bactéria? E para a célula hospedeira?
c) Que outra organela é considerada também de origem simbiótica?

4- Sobre as organelas celulares, podemos afirmar que:
( ) o retículo endoplasmático está relacionado com a produção de proteínas e lipídios.
( ) os lisossomos são bolsas cheias de dímeros de reserva.
( ) no ribossomo, organela formada por duas subunidades de tamanhos diferentes, ocorre a síntese dos lipídios.
( ) no aparelho de Golgi das células acinosas do pâncreas, formam-se os precursores dos hormônios pancreáticos.
( ) na mitocôndria ocorre o ciclo de Krebs.

5- O componente celular em que se forma maior número de moléculas de ATP durante a conversão de uma molécula de glicose em água e gás carbônico é
a) o peroxissomo.
b) a mitocôndria.
c) o cloroplasto.
d) o ribossomo.
e) o complexo de Golgi.

6- :Relacione a coluna I (organela celular), com a coluna II (função respectiva).

COLUNA I
I - Mitocôndria
II - Ribossomo
III - Lisossomo
IV - Centríolo

COLUNA II ( ) Digestão celular ( ) Síntese protéica ( ) Respiração ( ) Divisão celular Marque a opção que contém, na coluna II, a seqüência correta, de cima para baixo, de sua relação com a coluna I:
a) III, IV, I, II
b) IV, II, III, I
c) III, II, I, IV
d) II, I, III, IV

sábado, 22 de maio de 2010

Terapia com células-tronco reverte diabetes tipo 1 no Brasil.

Um estudo brasileiro inédito revela que o pâncreas de diabéticos tipo 1 está voltando a funcionar após o transplante de células-tronco do próprio paciente, livrando-o da necessidade de insulina.
Os resultados da pesquisa, que acompanha 23 voluntários há mais de quatro anos, estão publicados na edição de hoje do "Jama" (jornal da Associação Médica Americana).
Os autores constataram, pela primeira vez no mundo, que os níveis do peptídeo-C, uma espécie de marcador do funcionamento das células produtoras de insulina, aumentaram nos pacientes submetidos à terapia.
Essa substância é um dos resíduos da produção do hormônio pelas células beta do pâncreas. Ou seja, quanto maiores suas taxas, maior a produção de insulina e menor o risco de complicações associadas ao diabetes, como amputações.
"O nível dele não só deixou de cair como aumentou", comemora o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da USP de Ribeirão Preto, e um dos autores do estudo. "Isso significa que o pâncreas está voltando a funcionar", explica ele. "Esses pacientes produzem mais insulina do que quando chegaram até nós."
A maioria dos voluntários deixou de usar hormônio sintético há mais de três anos, em média, com bom controle da glicemia. "Temos pacientes livres há quatro anos e oito meses, com excelente qualidade de vida, sem picos de hipoglicemia", diz Couri.
Oito deles precisaram voltar a tomar o hormônio sintético, mas em doses muito baixas. "Por isso não dá para afirmar que os benefícios sejam permanentes", avalia o imunologista Júlio Voltarelli, um dos líderes do estudo.
Mas mesmo nesses pacientes os níveis do peptídeo-C estão aumentados, mostrando que o pâncreas está funcionando melhor também nessas pessoas, apesar de não produzir todo o hormônio de que necessitam. "Eles provavelmente terão uma melhor evolução da doença", acredita Júlio Voltarelli.
O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, em que o próprio sistema de defesa do corpo passa a atacar o pâncreas. A terapia com células-tronco, ao que parece, consegue combater essa falha imunológica, mas não recupera as áreas destruídas da glândula. Daí a necessidade de aplicá-la em pessoas recém-diagnosticadas.
Medicamento
Outro resultado inédito apontado pelos autores foi o efeito da droga sitagliptina, indicada para diabéticos tipo 2, em dois dos pacientes que voltaram a precisar da insulina. Com dois meses de medicação, eles ficaram livres do hormônio sintético. A droga estimula a secreção de insulina pelo organismo. Hoje tais pacientes controlam a glicemia tomando esse remédio uma vez ao dia. 
    ( Adaptação: Folha de São Paulo, 2009)

Mãe Terra, perdoai-nos.


De repente, todo mundo resolve falar sobre a cruel situação em que a humanidade deixou o planeta. Todo mundo quer aliviar a própria consciência, arrotando palavras em defesa à Natureza, contra os que colaboram com o aquecimento global e tudo o mais. Como se não tivéssemos todos, uma parcela de culpa em tudo isso. Se formos analisar de um modo mais sincero, uma visão mais imparcial. Entenderemos que a situação chegou a esse ponto, devido à cobiça (ou entenda-se estupidez), da humanidade como um todo. Desde o descaso das grandes industrias e nações. Até mesmo o nosso próprio descaso. Que vai do mal uso da água, energia elétrica e a fumaça de nossos carros até ao nosso consumismo desenfreado, que faz com que as indústrias queiram produzir ainda mais.
E assim o ciclo se renova, e a destruição segue seu curso (agora quase natural). Então, a solução não é somente nos unirmos
ao Greenpeace e ong’s por aí afora, vestindo camisas com frases de denúncias, colando adesivos em nossos automóveis, artefatos estes que também incitam a indústria a continuar a destruição. Não basta ficarmos indignados com a situação como se não fôssemos também responsáveis por ela. A indignação é sim legítima, desde que possamos compreender as nossas parcelas de culpa.
                                      ( Adaptação: Revista do meio ambiente - Mãe Terra, perdoa-nos!).

domingo, 9 de maio de 2010

Osteoporose, que cuidados devo tomar?

A Osteoporose é uma doença que leva a perda de massa óssea e à fragilização do osso, aumentando o risco de fraturas.

Os nossos ossos não são todos maciços como a sua aparência sugere e nosso esqueleto não é apenas uma estrutura de sustentação, e sim, um órgão vivo com várias funções no organismo.

Na parte externa (cortical) o osso é compacto e tem uma aparência sólida. Porém, no seu interior ele é trabeculado, com a aparência de uma esponja. É através desses espaços que passam os vasos sanguíneos e localiza-se a medula óssea.

O osso é composto então, por uma parte orgânica e outra mineral, composta basicamente de fosfato de cálcio (fósforo + cálcio).

A osteoporose é o distúrbio onde há redução da massa mineral, tanto do osso cortical quanto trabecular, levando a uma grande redução da densidade do osso, tornando-o mais frágil e menos resistentes aos traumas mecânicos normais do dia-a-dia. A palavra osteoporose significa osso poroso.o já foi dito, o osso não é uma estrutura sem vida com função apenas de dar sustentação mecânica ao corpo. Os ossos estão em constante renovação, um processo necessário para correção de micro lesões sofridas pelos traumatismos comuns do estresse mecânico diário. O organismo está o tempo todo destruindo e construindo ossos novos.

Para se manter forte e saudável o osso necessita do aporte constante de cálcio e fósforo, que é regulado pelas paratireóides (glândulas localizadas acima da tireóide), pelos rins e pela concentração de vitamina D no sangue.

Até os 30 anos o corpo consegue manter a massa óssea bem estruturada. A partir dos 30, o processo de reabsorção óssea começa a ficar maior que o de a produção de osso novo, o que ao longo de vários anos leva ao desenvolvimento da osteoporose.

A osteoporose além de reduzir a densidade mineral do osso, também causa distúrbios na sua arquitetura natural, contribuindo ainda mais para sua fragilidade.Prevenção e tratamento da osteoporose

Na osteoporose o ditado "prevenir é melhor do que remediar" é especialmente verdadeiro, uma vez que, quando as lesões na arquitetura óssea causadas pela osteoporose estão presentes, elas são irreversíveis.

Os medicamentos não revertem a osteoporose, e portanto, o tratamento visa evitar a progressão da doença.

O tratamento está indicado em todos com critérios de osteopenia ou osteoporose na densitometria óssea.

Os medicamentos mais usados são:

- Reposição de cálcio e Vitamina D

- Bifosfonados (alendronato, risedronato, ácido zoledrônico) - Devem ser tomados em jejum com pelo menos 1 copo cheio de água e não se deve deitar por pelo menos 1 horas devido ao risco de grave refluxo e esofagite (leia: HÉRNIA DE HIATO E REFLUXO GASTROESOFÁGICO)

- Raloxifeno - É um modelador seletivo do receptor de estrogênio. É um medicamentos que age como se fosse estrogênio, mas não não o é. Apresenta os seus benefícios sem os seus efeitos colaterais.

- Estrogênios e reposição hormonal - Muito usado para tratar osteoporose até um passado recente, a reposição hormonal apesar de apresentar excelentes resultados traz consigo um aumento do risco de doenças cardiovasculares, trombosose e câncer de mama. Por isso, não é mais indicado como tratamento de primeira linha para osteoporose e só deve ser usado em casos selecionados.

- Teriparatide - É um análogo do PTH, hormônio produzido pela paratireóide e responsável pelo controle do cálcio e do fósforo nos ossos. É um dos medicamentos mais promissores no tratamento da osteoporose, sendo o único até o momento que parece reverter parte das lesões já existentes. Ainda não há estudos completos sobre o seu perfil de segurança à longo prazo e o seu uso ainda está limitados a no máximo 2 anos.

Além do tratamento com drogas, é importante implementar mudanças nos hábitos de vida. Deve-se abandonar o cigarro e evitar excesso de bebidas alcoólicas. Deve-se praticar exercícios físicos, incluindo musculação e dar preferência a alimentos como leite e derivados, legumes verdes, cereais, frutos secos e peixe.

Também é importante a exposição solar. 20 a 30 minutos de sol por dia, entre 6h e 10h é o indicado. Apenas 25% do corpo precisam estar expostos.